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Discursos

Mark Twain

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REF: 9789896715137 Categoria:

Descrição:

Todos os discursos de um dos mais cómicos e sagazes oradores do seu tempo (e, quiçá, de sempre, embora ele discordasse ): Mark Twain.
Pode ser mais conhecido por ter escrito as aventuras de Tom Sawyer e Huckleberry Finn, ou pelo muito citado desmentido «as notícias da minha morte são manifestamente exageradas», mas, no seu tempo, sempre que Mark Twain falava em público era um acontecimento. E um acontecimento muito divertido.
Feriados nacionais, aniversários, banquetes de homenagem, cerimónias de graduação, festas de pequenas associações ou grandes eventos de solidariedade – Mark Twain foi convidado para falar em todas estas ocasiões, e aqui, numa recolha de mais de quatro décadas de discursos, prova-se que conseguiu ser sempre memorável. Falou de cigarros, chapéus, bilhar, poesia, impostos e direitos das mulheres, fez brindes de celebração e ofendeu alguns celebrados, mas, acima de tudo, divertiu-se e fez rir. Felizmente, ainda faz.
«Por vezes, um determinado trecho do repertório torna-se incrivelmente relevante durante alguns anos, para depois arrefecer, no momento em que outros problemas sociais passam a ocupar o primeiro plano. É então, porém, que um outro monólogo, que até então ocupou um nicho modesto, útil mas não triunfante, entra em combustão espontânea e exibe com um sorriso irónico a sua compreensão intemporal do nosso mundo tresloucado.» – Hal Holbrook, Introdução
«O meu primeiro antepassado americano, meus senhores, foi um índio. Os vossos antepassados esfolaram-no vivo, e agora eis-me órfão. Eu nem criticaria esse gesto, caso precisassem da pele dele; mas vivo, meus senhores – vivo! Pensem só como o índio se deve ter sentido; é que ele era uma pessoa sensível, que se acanhava com muita facilidade. Deve ter-se sentido despido, depenado como um frango. E despido já ele andava normalmente: deve ter-se sentido duplamente despido.»
Mark Twain, discurso proferido no Primeiro Jantar Anual da Sociedade da Nova Inglaterra da Pensilvânia, 22 de Dezembro de 1881
«Quando Mark Twain entrou em palco com o seu cabelo revolto, dir-se-ia um halo a rodear-lhe a cabeça, e um semblante em que se lia um grande desalento, foi acolhido por uma prolongada salva de palmas. Aparentemente sem recuperar o ânimo, caminhou em passadas largas até ao palanque, apoiou-se nele com a mão direita e começou a falar.»
New York Sun, 19 de Novembro de 1884.

Características

Autor
Mark Twain
Editora
Tinta da China
Número de páginas
400
Edição
Outubro 2019
Dimensões (cm)
14.4 × 20.8 × 3.2 cm

Sobre o autor

Mark Twain

Mark Twain, pseudónimo de Samuel Langhorn Clemens, nasceu na Florida, em 1835. Aos quatro anos, a sua família mudou-se para Hannibal, uma pequena cidade à beira do Mississípi. Quinze anos depois, após a morte de seu pai, abandonou a escola e começou a trabalhar como tipógrafo e assistente editorial. Em 1856, tornou-se piloto fluvial, começou a escrever textos de humor e encontrou o pseudónimo pelo qual ficou conhecido, «Mark Twain». Mark Twain foi um aventureiro nato e a sua própria vida serviu de inspiração para a sua obra. Considerado o pai da literatura americana, é, segundo William Faulkner, «o primeiro escritor verdadeiramente americano, e todos nós apenas os seus herdeiros». Outro grande escritor, Ernest Hemingway, elogiou o autor e referiu mesmo que «toda a literatura moderna americana vem do livro de Mark Twain As Aventuras de Huckleberry Finn. Toda a literatura americana vem daí. Nada foi feito antes. Nada tão bom foi feito depois.»

Perfil do autor