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O Tempo dos Assassinos

Henry Miller

15,00 

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REF: 9789726082835 Categoria:

Descrição:

Em 1927, na cave de um sórdido prédio de Brooklyn, Henry Miller ouvia pela primeira vez o nome de Rimbaud. Anos depois, em Los Angeles, escrevia febrilmente versos do poeta nas paredes da casa que habitava, e, em 1945, surgiam as primeiras linhas d’O Tempo dos Assassinos (1946), um dos mais apaixonantes estudos sobre o poète maudit. Em plena era atómica, no precipício da aniquilação, a identificação entre os dois gigantes da literatura subversiva foi fulminante, e Miller ouvira em Rimbaud o apelo de um profeta do colapso da civilização, de um pária como ele, revendo-se na revolta contra o mundo, nas adversidades e na itinerância do seu escritor predilecto. Fundindo biografia e reflexão, O Tempo dos Assassinos, a pretexto da vida de Rimbaud, explora a função social e os dilemas do artista de génio que se recusa a ceder a uma era em que a sociedade sufoca o vital instinto criador.

Características

Autor
Henry Miller
Editora
Antigona
Número de páginas
158
Edição
Outubro 2016
Dimensões (cm)
21.3 × 13.4 × 1.1 cm

Sobre o autor

Foto do autor Henry Miller

Henry Miller

Henry Miller (1891-1980) fez da escrita uma arma branca cujo gume afiado se cravou na cinzenta sociedade americana, anestesiada por uma pseudofelicidade de subúrbio. Sobreviveu a uma dura infância em Brooklyn e ao desajustamento da vida citadina em Nova Iorque, mergulhou nos excessos sensoriais nos antros de Pigalle, pediu esmola nas ruas de Paris, e, já consagrado, travou uma longa batalha pela liberdade de ver nas livrarias americanas Trópico de Câncer (1934) e Trópico de Capricórnio (1939). Granjeou fama de boémio, visionário e sábio de Big Sur, onde viria a escrever Pesadelo em Ar Condicionado (1945), Big Sur e as Laranjas de Hieronymus Bosch (1958) e Os Livros da Minha Vida (publicado pela Antígona em 2006), entre outras obras. Enveredou pela pintura, pela crítica literária e pela literatura de viagens e, dono de uma escrita profética, falou a língua das classes baixas, influenciando a geração beat. Legou-nos uma duradoura incomplacência com a mediocridade e a esperança no homem alheio a instituições e às massas.

Perfil do autor